sexta-feira, 20 de julho de 2018

A bruxa está solta. Vereador sofre infarto

Vereador de Pedreiras sofre infarto

Filemon Neto estava em casa quando passou mal
O vereador da cidade de Pedreiras, Filemon de Carvalho Krause Neto (DEM), de 42 anos de idade, sofreu um infarto na noite de quinta-feira (19).
O médico e presidente da Câmara, Dr. Bruno Curvina, que prestou apoio ao colega, falou do estado de saúde do vereador em uma rede social.
Boa noite! Vereador Filemon está estável, sofreu um infarto e conseguimos agora à noite um cateterismo que será realizado nesta sexta-feira, cedo, no Hospital Carlos Macieira. Sairemos às 4h da manhã e, com fé em Deus, ainda retornaremos no mesmo dia, já com tudo resolvido”, informou.
Segundo informações, o vereador reclamou de dores, mas acreditava ser um incômodo, foi levado para um hospital da cidade e o infarto foi diagnosticado.
Ainda de acordo o presidente da Câmara, Filemon Neto tem 42 anos, pratica exercícios físicos três vezes na semana, porém, se alimenta mal.
Nas redes sociais, o parlamentar recebeu manifestações de apoio, de pronto restabelecimento e de carinho dos internautas. Ele agradeceu as mensagens, demostrando que estava razoavelmente bem e consciente. “Obrigado a todos pelas palavras de carinho. Valeu mesmo”, escreveu.

Artigo do ex. Presidente Lula publicado pelo Jornal Folha

Lula: “Querem me derrotar? Façam isso de forma limpa, nas urnas”

Ex-presidente Lula
“Estou preso há mais de cem dias. Lá fora o desemprego aumenta, mais pais e mães não têm como sustentar suas famílias, e uma política absurda de preço dos combustíveis causou uma greve de caminhoneiros que desabasteceu as cidades brasileiras. Aumenta o número de pessoas queimadas ao cozinhar com álcool devido ao preço alto do gás de cozinha para as famílias pobres. A pobreza cresce, e as perspectivas econômicas do país pioram a cada dia.
Crianças brasileiras são presas separadas de suas famílias nos EUA, enquanto nosso governo se humilha para o vice-presidente americano. A Embraer, empresa de alta tecnologia construída ao longo de décadas, é vendida por um valor tão baixo que espanta até o mercado.
Um governo ilegítimo corre nos seus últimos meses para liquidar o máximo possível do patrimônio e soberania nacional que conseguir —reservas do pré-sal, gasodutos, distribuidoras de energia, petroquímica—, além de abrir a Amazônia para tropas estrangeiras. Enquanto a fome volta, a vacinação de crianças cai, parte do Judiciário luta para manter seu auxílio-moradia e, quem sabe, ganhar um aumento salarial.
Semana passada, a juíza Carolina Lebbos decidiu que não posso dar entrevistas ou gravar vídeos como pré-candidato do Partido dos Trabalhadores, o maior deste país, que me indicou para ser seu candidato à Presidência. Parece que não bastou me prender. Querem me calar.
Aqueles que não querem que eu fale, o que vocês temem que eu diga? O que está acontecendo hoje com o povo? Não querem que eu discuta soluções para este país? Depois de anos me caluniando, não querem que eu tenha o direito de falar em minha defesa?
É para isso que vocês, os poderosos sem votos e sem ideias, derrubaram uma presidente eleita, humilharam o país internacionalmente e me prenderam com uma condenação sem provas, em uma sentença que me envia para a prisão por “atos indeterminados”, após quatro anos de investigação contra mim e minha família? Fizeram tudo isso porque têm medo de eu dar entrevistas?
Lembro-me da presidente do Supremo Tribunal Federal que dizia “cala boca já morreu”. Lembro-me do Grupo Globo, que não está preocupado com esse impedimento à liberdade de imprensa —ao contrário, o comemora.
Juristas, ex-chefes de Estado de vários países do mundo e até adversários políticos reconhecem o absurdo do processo que me condenou. Eu posso estar fisicamente em uma cela, mas são os que me condenaram que estão presos à mentira que armaram. Interesses poderosos querem transformar essa situação absurda em um fato político consumado, me impedindo de disputar as eleições, contra a recomendação do Comitê de Direitos Humanos das Nações Unidas.
Eu já perdi três disputas presidenciais —em 1989, 1994 e 1998— e sempre respeitei os resultados, me preparando para a próxima eleição.
Eu sou candidato porque não cometi nenhum crime. Desafio os que me acusam a mostrar provas do que foi que eu fiz para estar nesta cela. Por que falam em “atos de ofício indeterminados” no lugar de apontar o que eu fiz de errado? Por que falam em apartamento “atribuído” em vez de apresentar provas de propriedade do apartamento de Guarujá, que era de uma empresa, dado como garantia bancária? Vão impedir o curso da democracia no Brasil com absurdos como esse?
Falo isso com a mesma seriedade com que disse para Michel Temer que ele não deveria embarcar em uma aventura para derrubar a presidente Dilma Rousseff, que ele iria se arrepender disso. Os maiores interessados em que eu dispute as eleições deveriam ser aqueles que não querem que eu seja presidente.
Querem me derrotar? Façam isso de forma limpa, nas urnas. Discutam propostas para o país e tenham responsabilidade, ainda mais neste momento em que as elites brasileiras namoram propostas autoritárias de gente que defende a céu aberto assassinato de seres humanos.
Todos sabem que, como presidente, exerci o diálogo. Não busquei um terceiro mandato quando tinha de rejeição só o que Temer tem hoje de aprovação. Trabalhei para que a inclusão social fosse o motor da economia e para que todos os brasileiros tivessem direito real, não só no papel, de comer, estudar e ter moradia.
Querem que as pessoas se esqueçam de que o Brasil já teve dias melhores? Querem impedir que o povo brasileiro —de quem todo o poder emana, segundo a Constituição— possa escolher em quem quer votar nas eleições de 7 de outubro?
O que temem? A volta do diálogo, do desenvolvimento, do tempo em que menos teve conflito social neste país? Quando a inclusão dos pobres fez as empresas brasileiras crescerem?
O Brasil precisa restaurar sua democracia e se libertar dos ódios que plantaram para tirar o PT do governo, implantar uma agenda de retirada dos direitos dos trabalhadores e dos aposentados e trazer de volta a exploração desenfreada dos mais pobres. O Brasil precisa se reencontrar consigo mesmo e ser feliz de novo.
Podem me prender. Podem tentar me calar. Mas eu não vou mudar esta minha fé nos brasileiros, na esperança de milhões em um futuro melhor. E eu tenho certeza de que esta fé em nós mesmos contra o complexo de vira-lata é a solução para a crise que vivemos.”
Luiz Inácio Lula da Silva/via Minard

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Morre o vereador de Água Doce do Ma João Wilson

Luto

João Wilson

João Wilson 

Vereador Água Doce do Maranhão - MA
NÚMERO
22580
PARTIDO
  PR
VOTOS
351
RESULTADO
COMPOSIÇÃO
PP / PR / PSB / PSD

Dados de João Wilson

Nome Verdadeiro: João Wilson Lucas dos Santos
Idade: 62 (26/01/1956)
Escolaridade: Superior Completo
Estado Civil: casado(a)
Nacionalidade: brasileira nata
Ocupação: Servidor Público Municipal
Local de Nascimento: Araioses/MA

TUTÓIA-MA: Campanha Cidade Limpa


Cidade Limpa - Tutóia


Secretaria Municipal de Meio Ambiente segue realizando um intenso trabalho na ação de limpeza e coleta de lixo na cidade. A questão da limpeza pública em Tutóia, tem recebido atenção especial do governo municipal. A coleta de lixo acontece de segunda a sábado, tem apresentado resultados e recebido reconhecimento da população.

A coleta de lixo segue um cronograma e a população deve colaborar colocando o lixo para a coleta de acordo com o horário que o carro passa em sua rua. A coordenação do Departamento de Limpeza Pública ressalta que o lixo não deve ser colocado para coleta aos domingos. O departamento também recomenda que não seja colocado na rua lixo durante a noite, tendo em vista que atrai bichos e esse lixo geralmente amanhece revirado e espalhado pelas ruas. A manutenção da cidade limpa precisa do envolvimento de todos.


Fonte: Departamento de Comunicação

Zé Reinaldo recebe apoio de Geraldo Alckmin


CRISE: Alckmin declara apoio à pré-candidatura de Zé Reinaldo ao Senado



O ex-governador Geraldo Alckmin e o deputado federal José Reinaldo Tavares

O deputado federal José Reinaldo Tavares obteve, na quarta-feira (18), mais uma importante vitória na queda de braço que trava com o também deputado federal Waldir Maranhão pela indicação de representar o PSDB na disputa pelo Senado.
Durante reunião na sede do partido, em Brasília, o ex-governador recebeu o apoio público de Geraldo Alckmin (veja o vídeo no fim do texto), pré-candidato ao Palácio do Planalto e presidente nacional do tucanato.
É a uma grande alegria receber aqui o nosso deputado federal José Reinaldo, ex-governador do estado do Maranhão, pré-candidato nosso ao Senado Federal”, afirmou o ex-governador paulista.
A declaração pública de apoio dada por Geraldo Alckmin a Zé Reinaldo ratifica, primeiramente, um acordo selado entre os dois políticos ainda durante o processo que resultou na filiação do ex-governador maranhense ao PSDB.
Naquela oportunidade, o deputado federal ingressou nos quadros da sigla com a garantia da executiva nacional de que seria um dos candidatos tucanos à Câmara Alta no Maranhão.
Em um outro plano de avaliação, o anúncio feito por Alckmin enterra, de vez, as pretensões de Waldir Maranhão, que ainda está colado no senador Roberto Rocha, pré-candidato ao governo, com o objetivo de tentar viabilizar o seu projeto senatorial.
A convenção do PSDB maranhense acontece no dia 04 de agosto.
Nela, Zé Reinaldo, o deputado estadual Alexandre Almeida e o próprio Rocha terão homologadas suas candidaturas ao Senado e ao Palácio dos Leões, respectivamente.
Já Waldir Maranhão terá que se contentar em disputar a renovação do seu mandato.

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Presidente em exercício do TSE rejeita pedido para tornar Lula inelegível

Caso Lula

Ministra Rosa Weber
A presidente em exercício do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, não conheceu do pedido feito pelo Movimento Brasil Livre (MBL) para declarar a inelegibilidade de Luiz Inácio Lula da Silva. Em decisão proferida nesta quarta-feira (18), a ministra extingue a arguição de inelegibilidade sem resolução do mérito.
Segundo a ministra, o “pedido de exclusão de candidato” foi apresentado por meio de “instrumento procedimental atípico, oriundo de agente falho de legitimação, fora do intervalo temporal especificamente designado pela lei para tanto”. Ela destacou ainda que a ação é genérica, apresentada por coordenadores de movimento social antes do início do período legalmente destinado à oficialização das candidaturas.
Há o devido processo legal a cumprir, garantia constitucional cuja observância condiciona a legitimidade jurídica dos atos e decisões do Estado-Juiz, em reverência ao primado da lei, a impor desde logo o juízo de não conhecimento da presente arguição de inelegibilidade”, afirmou a ministra em sua decisão.
Na petição, os coordenadores do MBL Rubens Alberto Gatti Nunes e Kim Kataguiri argumentaram que o TSE deveria reconhecer “desde logo a evidente inelegibilidade” Lula, condenado pelo Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ª Região a 12 anos e um mês de prisão pelas práticas de crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.No caso, pediam a aplicação de dispositivo da Lei das Inelegibilidades (artigo I, inciso I, alínea ‘e’, da Lei Complementar 64/1990) que torna inelegíveis condenados em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado.

Como vota o Maranhão? Segue em frente ou volta ao passado?

Pré-Candidatos e escolha do Maranhão


O jogo vai começar em Outubro desse ano, nomes muito conhecidos do povo maranhense, tenta voltar ao poder. Enquanto dois buscam consolidar as alianças e confiabilidade como Maura Jorge ex. Deputada estadual e Roberto Rocha, atual senador da República, que em 2014, esteve ao lado do atual governador Flávio Dino, que tenta se reeleger pela segunda vez governador pelo Pc do B.

Como está o Maranhão? O que diz os maranhenses? O Maranhão de 50 anos evoluiu em 3 anos e 7 meses?

A acirrada disputa irá para o segundo turno? Em 15 de Agosto de 2018, os registros de campanha começarão e as propagandas em rádios e tvs darão o pontapé das propostas entre os candidatos. Estadual, Federal, Senador, Governador, e presidenciáveis.