sexta-feira, 22 de maio de 2026

EMBOLADO NO MARANHÃO DECISÃO NA DISPUTA PARA O SENADO

 

E ROSEANA? Orleans diz que chapa do Senado é com Weverton e União/PP


O presidente estadual do MDB e pré-candidato ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão, afirmou que pretende manter os acordos políticos firmados antes do lançamento de sua pré-candidatura, especialmente em relação à composição da chapa majoritária para as eleições de 2026. A declaração foi dada durante entrevista ao programa Expediente Final, da Rádio Difusora News, na quarta-feira (20).

Ao comentar a definição das vagas para o Senado Federal, Orleans destacou que os compromissos assumidos anteriormente seguem válidos. Segundo ele, uma das vagas foi acertada com a federação União Progressista, enquanto a outra teria sido definida a partir de um pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em referência ao senador Weverton Rocha (PDT).

“Fiz alguns acordos e pretendo continuar com os acordos que eu firmei. Um deles foi com a União/Progressista, que teria uma vaga na chapa majoritária para o Senado. A outra vaga foi um pedido do presidente Lula”, declarou.

Durante a entrevista, Orleans também comentou a movimentação da deputada federal e ex-governadora Roseana Sarney (MDB), que tem o nome cogitado para a disputa ao Senado. O pré-candidato afirmou que o tema será debatido internamente pelo partido, mas reforçou que os entendimentos políticos já firmados serão preservados.

“A ex-governadora Roseana trabalhou pelo Estado e tem o direito de ter a pretensão. Vamos conversar sobre isso. Mas afirmo que nada mudou. Irei cumprir os acordos que fiz”, afirmou.

As declarações de Orleans ocorrem em meio às articulações para a formação da chapa governista de 2026, cenário que envolve lideranças como Weverton Rocha, o ministro do Esporte André Fufuca (PP) e setores do MDB ligados à ex-governadora Roseana Sarney.

NESTA SEXTA-FEIRA(22/05), RECEITA FEDERAL LIBERA LOTE DE RESTITUIÇÃO

 

Receita Federal libera hoje maior lote de restituição da história com R$ 16 bilhões


Foto Reprodução

A Receita Federal libera, nesta sexta-feira (22), a partir das 10h, a consulta ao maior lote de restituição do Imposto de Renda da história. Ao todo, 8.749.992 contribuintes serão contemplados com R$ 16 bilhões, referentes ao primeiro lote da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2026 e também a restituições residuais de anos anteriores.

Segundo a Receita Federal, o valor recorde foi possível graças à maior agilidade no processamento das declarações e ao avanço das ferramentas de modernização e automação adotadas pelo órgão nos últimos anos.

O primeiro lote de 2026 representa cerca de 40% de todas as restituições previstas para este ano, tanto em número de contribuintes quanto em valores pagos.

Do total liberado, R$ 8,64 bilhões serão destinados a contribuintes com prioridade legal ou prioridade definida pelas regras da Receita. A maior parte dos beneficiados é formada por pessoas que utilizaram a declaração pré-preenchida e optaram por receber a restituição via Pix.

A divisão do lote ficou da seguinte forma:

  • 4.959.431 contribuintes que usaram declaração pré-preenchida e/ou optaram por restituição via Pix;
  • 2.256.975 contribuintes com idade entre 60 e 79 anos;
  • 1.054.789 contribuintes cuja principal fonte de renda é o magistério;
  • 256.697 contribuintes acima de 80 anos;
  • 222.100 contribuintes com deficiência física ou mental ou portadores de doença grave.

Neste primeiro lote, não haverá pagamento para contribuintes sem prioridade.

A consulta poderá ser feita no portal da Receita Federal, na área “Meu Imposto de Renda”, clicando em “Consultar a Restituição”. Também será possível verificar as informações pelo aplicativo oficial da Receita para celulares e tablets.

O pagamento das restituições será realizado em 29 de maio, último dia para envio da declaração do Imposto de Renda 2026. O crédito será depositado na conta bancária ou na chave Pix do tipo CPF informada pelo contribuinte na declaração.

Caso o contribuinte não esteja na lista, a orientação é acessar o portal e-CAC para consultar o extrato da declaração e verificar se há pendências. Se necessário, será possível enviar uma declaração retificadora e aguardar os próximos lotes de pagamento.

Se a restituição não for depositada por problemas na conta informada, como conta desativada, o valor ficará disponível para resgate durante um ano no Banco do Brasil. Após esse período, o contribuinte deverá solicitar o valor novamente por meio do portal e-CAC.

PAGAMENTO DOS PRECATÓRIOS PRESTES A SER SOLUCIONADO NO MARANHÃO

 

Brandão afirma que governo atua para acelerar pagamento dos precatórios do Fundef


Foto Reprodução

O governador do Maranhão, Carlos Brandão, informou na quarta-feira (21) que a Procuradoria Geral do Estado (PGE-MA) esteve reunida com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, para tratar da liberação de uma nova parcela dos precatórios do Fundef destinados aos professores maranhenses.

Segundo a publicação feita pelo governador nas redes sociais, o objetivo do encontro foi acelerar a transferência dos recursos para as contas estaduais, garantindo maior agilidade no pagamento aos profissionais da educação.

O governador afirmou ainda que o Estado segue trabalhando “com responsabilidade” para assegurar o direito dos educadores que atuaram na rede pública.

Outro ponto destacado na publicação foi a atuação da PGE contra a destinação de 15% dos recursos para pagamento de honorários advocatícios a profissionais que, segundo o governo, não participaram desde o início da ação judicial relacionada aos precatórios.

De acordo com Brandão, a Procuradoria já apresentou petição em defesa dos professores para impedir a liberação desses valores.

quarta-feira, 20 de maio de 2026

PREFEITOS DO MARANHÃO MARCHAM EM DEFESA DE SEUS MUNICÍPIOS - BRASÍLIA

 FAMEM reuniu-se prefeitos maranhenses em noite de articulação política na MARCHA, em Brasília

Imagens do encontro entre prefeitos filiados à Famem e autoridades maranhenses.

Imagens do encontro entre prefeitos filiados à Famem e autoridades maranhenses.

O presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (FAMEM), Roberto Costa, reuniu prefeitos maranhenses, parlamentares e autoridades estaduais durante jantar realizado em Brasília, na terça-feira (19), dentro da programação da XXVII MARCHA em Defesa dos Municípios. O encontro reforçou a união do municipalismo maranhense e a articulação política em defesa das demandas prioritárias das cidades.

Segundo levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM), o Maranhão participa da XXVII MARCHA em Defesa dos Municípios com 185 prefeitos inscritos e 585 representantes maranhenses, entre vereadores, assessores e secretários municipais. A ampla participação evidencia o fortalecimento do municipalismo no estado e a articulação conjunta em torno das demandas prioritárias das cidades maranhenses.

Também estiveram presentes o governador do Maranhão, Carlos Brandão; o secretário de Estado Extraordinário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão; o senador Weverton Rocha; a presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Iracema Vale; além dos deputados federais André Fufuca e Duarte Júnior.

Durante o encontro, Roberto Costa destacou a importância da presença expressiva dos prefeitos maranhenses na MARCHA, considerada o maior evento municipalista da América Latina. Segundo ele, o momento fortalece o diálogo institucional e amplia a defesa das pautas prioritárias dos municípios junto ao Governo Federal e ao Congresso Nacional.

“Essa MARCHA é um grande fórum de discussão das reivindicações dos prefeitos de todo o Brasil”, afirmou o presidente da FAMEM. Roberto Costa também ressaltou que o Maranhão conta com quase 200 prefeitos participando da programação em Brasília, debatendo temas como reforma tributária, compensações financeiras para os municípios, pisos das categorias profissionais, arrecadação e fortalecimento das políticas públicas.

O prefeito de Timon, Rafael Brito, enfatizou a relevância dos debates promovidos durante a MARCHA. “Foi um dia de discussões importantes para que os prefeitos maranhenses estejam a par das tratativas discutidas em Brasília”, declarou. Segundo ele, a reunião com a bancada federal do Maranhão será fundamental para discutir emendas parlamentares e matérias que impactam diretamente os municípios.

Vice-presidente da FAMEM, o prefeito de Peritoró, Dr. Júnior, destacou que a MARCHA fortalece o municipalismo e promove integração entre os gestores públicos de todo o país. “É um momento de aprendizado, troca de experiências e fortalecimento do municipalismo brasileiro”, afirmou. O gestor também defendeu a garantia de contrapartidas federais para que os municípios consigam cumprir obrigações relacionadas aos pisos salariais das categorias profissionais.

Já o prefeito de Cedral, Danilo Moraes, ressaltou a importância das parcerias e da busca por investimentos para os pequenos municípios. “Participar da MARCHA é sempre uma oportunidade de aprendizado, troca de experiências e fortalecimento do municipalismo”, pontuou.

Além da agenda institucional da MARCHA, o jantar promovido pela FAMEM proporcionou um momento de confraternização, networking e alinhamento político entre os gestores maranhenses, fortalecendo a união em torno das principais demandas dos municípios.

A FAMEM reafirma o compromisso de seguir fortalecendo o municipalismo, promovendo o diálogo entre os gestores e defendendo pautas que contribuam para o desenvolvimento dos municípios maranhenses.

CABO DE GUERRA NO MARANHÃO - PALÁCIO DOS LEÕES E OPOSIÇÃO

 

Juiz barra empréstimo de R$ 1,3 bi pretendido pelo Governo do MA


A Justiça do Maranhão suspendeu a tramitação ou a execução de operação de crédito de R$ 1,3 bilhão autorizada recentemente pela Assembleia Legislativa ao Governo do Estado. A decisão foi proferida pelo juiz Douglas de Melo Martins, titular da Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís, em resposta a uma ação movida pelo deputado estadual Rodrigo Lago (PSB).

No despacho, o magistrado determinou que o Estado do Maranhão, a Secretaria de Estado do Planejamento e Orçamento (Seplan) e o Banco do Brasil suspendam imediatamente qualquer procedimento administrativo relacionado à contratação do empréstimo previsto na Lei Estadual nº 12.874/2026. O juiz também proibiu a liberação, transferência ou utilização de valores oriundos da operação, caso o contrato já tenha sido formalizado.

Douglas Martins fixou multa diária de R$ 100 mil em caso de descumprimento da decisão, sem prejuízo de outras sanções processuais, civis e criminais.

“A utilização de uma nova operação de crédito, sob o pretexto de reestruturação financeira, para absorver, substituir ou quitar os saldos desse contrato original eivado de vícios, configura desvio de finalidade. Por desvio de finalidade, o art. 2o, parágrafo único, da Lei no 4.717/1965, enuncia que ‘se verifica quando o agente pratica o ato visando a fim diverso daquele previsto, explícita ou
implicitamente, na regra de competência’. O erário não pode ser sobrecarregado com uma nova dívida pública bilionária cuja contratação oculta a nítida tentativa de contornar restrições fiscais e sanções severas impostas pela própria União”, destacou Martins.

Segundo ele, o novo financiamento de R$ 1,3 bilhão teria como finalidade garantir o recurso após um bloqueio federal que inviabilizou a liberação exatamente do mesmo valor, “remanescente […] do Contrato de Financiamento no 40/00058-3.

“Evidenciando que a abertura de um novo procedimento de crédito baseado na Lei Estadual no 12.874/2026 configura desvio de finalidade e fraude à lei para contornar a sanção fiscal da União”, completou.

A operação de crédito havia sido autorizada no início de maio pela Assembleia Legislativa do Maranhão. À época, deputados da base governista defenderam que os recursos seriam destinados a investimentos em infraestrutura, mobilidade urbana e execução de obras em diversas regiões do estado. Segundo o governo, os empréstimos poderiam ultrapassar R$ 2 bilhões em diferentes operações financeiras.

Baixe aqui a íntegra do despacho.

segunda-feira, 18 de maio de 2026

QUEM É O MARANHENSE CONVOCADO PARA COPA DO MUNDO

 

Seleção Brasileira: veja a lista de convocados para a Copa do Mundo


Foto Reprodução

A primeira lista oficial de Carlo Ancelotti para a Copa do Mundo de 2026 movimentou o cenário do futebol brasileiro nesta segunda-feira (18). Em evento realizado no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, o treinador italiano apresentou os 26 jogadores que representarão o Brasil na busca pelo hexacampeonato mundial.

A convocação chamou atenção pelo equilíbrio entre experiência e renovação.

Convocados da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026

Goleiros

  • Alisson (Liverpool)
  • Ederson (Fenerbahçe)
  • Weverton (Grêmio)

Zagueiros

  • Marquinhos (Paris Saint-Germain)
  • Gabriel Magalhães (Arsenal)
  • Bremer (Juventus)
  • Ibañez (Al Ahli)
  • Léo Pereira (Flamengo)

Laterais

  • Wesley (Roma), Maranhense
  • Alex Sandro (Flamengo)
  • Douglas Santos (Zenit)
  • Danilo (Flamengo)

Meio-campistas

  • Casemiro (Manchester United)
  • Bruno Guimarães (Newcastle)
  • Danilo (Botafogo)
  • Lucas Paquetá (Flamengo)
  • Fabinho (Al-Ittihad)

Atacantes

  • Raphinha (Barcelona)
  • Vinicius Júnior (Real Madrid)
  • Luiz Henrique (Zenit)
  • Gabriel Martinelli (Arsenal)
  • Neymar (Santos)
  • Endrick (Lyon/Real Madrid)
  • Matheus Cunha (Manchester United)
  • Rayan (Bournemouth)
  • Igor Thiago (Brentford)

Durante a coletiva, Ancelotti afirmou que pretende construir uma equipe ofensiva, equilibrada e preparada para enfrentar diferentes estilos de jogo durante o Mundial. O treinador destacou ainda a importância da experiência de jogadores veteranos ao lado da energia dos jovens talentos que chegam para renovar a Seleção.

Antes da estreia na Copa, o Brasil fará amistosos contra Panamá e Egito como parte da preparação final. A estreia no Mundial acontece no dia 13 de junho, diante de Marrocos, no MetLife Stadium, em Nova Iorque/Nova Jersey.

Única seleção presente em todas as edições da Copa do Mundo, o Brasil disputará sua 23ª participação no torneio em busca do tão sonhado hexacampeonato.

domingo, 17 de maio de 2026

FLÁVIO DINO DO STF ABRE INVESTIGAÇÃO CASO FILME DE BOLSONARO

 

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Dino abre investigação sobre envio de emendas a filme de Bolsonaro

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu na sexta-feira (15) abrir uma investigação separada e sigilosa para apurar supostos direcionamentos de emendas parlamentares a projetos culturais, entre eles o filme sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). As informações são da CNN Brasil.

A decisão ocorre a partir de uma denúncia enviada ao STF no início do ano pela deputada federal Tabata Amaral. Segundo a parlamentar, emendas parlamentares poderiam estar sendo usadas para marketing eleitoral e para financiar a produção cinematográfica sobre Bolsonaro.

De acordo com a denúncia, haveria um grupo de empresas que, embora tenham nomes diferentes, funcionariam como uma única organização. Tabata afirma que essas companhias compartilhariam o mesmo endereço, a mesma infraestrutura e a mesma dona.

A deputada sustenta que parlamentares do PL teriam enviado R$ 2,6 milhões por meio de “emendas pix” a uma dessas empresas. Depois disso, segundo a denúncia, teriam contratado serviços de marketing eleitoral de outras companhias pertencentes ao mesmo grupo.

Entre os nomes citados como autores das emendas estão Alexandre Ramagem, Carla Zambelli, Bia Kicis e Marcos Pollonio. Mário Frias, ex-secretário de Cultura no governo Bolsonaro e produtor do longa, também teria feito aportes a outra empresa do grupo e, em seguida, contratado serviços de campanha eleitoral de uma companhia relacionada.

Segundo Tabata, a produtora responsável pelo filme sobre Bolsonaro integra esse conjunto de empresas. A denúncia foi inicialmente anexada a um processo que já tramita há anos no STF e trata da necessidade de transparência e rastreabilidade das emendas parlamentares.

Ao receber a representação, Flávio Dino pediu manifestações da Câmara dos Deputados e de três deputados do PL. Até a decisão desta sexta-feira, apenas Mário Frias ainda não havia se pronunciado.

Com a nova determinação, Dino retirou a denúncia do processo principal sobre emendas e abriu uma investigação em separado. A apuração, segundo a decisão, deverá tramitar sob sigilo.

Filme voltou ao centro da crise após revelações sobre Vorcaro

A decisão do ministro ocorre em meio à ampliação da controvérsia envolvendo o filme “Dark Horse”, produção sobre a trajetória de Jair Bolsonaro. O caso ganhou nova dimensão depois que o jornal The Intercept revelou que o senador Flávio Bolsonaro (PL) teria pedido cerca de R$ 130 milhões ao dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, para financiar o projeto.

Inicialmente, Flávio negou a informação e classificou a acusação como mentirosa. Depois, admitiu ter solicitado recursos a Vorcaro, mas afirmou não ver irregularidade no fato de um filho buscar investimento privado para uma produção sobre o próprio pai.

Tanto Flávio Bolsonaro quanto Mário Frias defendem que o filme é financiado exclusivamente com recursos privados. Em manifestação sobre o projeto, foi afirmado que “‘Dark Horse’ é uma superprodução em padrão hollywoodiano, com 100% de capital privado, ator de primeira linha, além de diretor e roteirista de renome internacional”.

Suspeita envolve emendas, marketing e produção cultural

O ponto central da investigação aberta por Dino será verificar se houve ou não direcionamento indevido de emendas parlamentares para empresas relacionadas entre si e se parte desses recursos teve conexão com ações de marketing eleitoral ou com a produção do filme sobre Bolsonaro.

A apuração também deverá examinar a estrutura societária e operacional das empresas mencionadas na denúncia, além do caminho percorrido pelas verbas públicas enviadas por meio das emendas.

O caso se insere em um debate mais amplo no STF sobre a transparência das emendas parlamentares, especialmente as chamadas “emendas pix”, modalidade que permite a transferência direta de recursos a estados e municípios, mas que tem sido alvo de questionamentos sobre controle, rastreabilidade e fiscalização.

Com a decisão de abrir um procedimento próprio, o ministro Flávio Dino separa a apuração específica sobre os projetos culturais e o filme de Bolsonaro do processo geral sobre emendas. A medida indica que o Supremo deverá tratar o caso de forma autônoma, com análise própria dos documentos, das respostas dos parlamentares citados e de eventuais novas diligências.

A investigação passa a tramitar em sigilo e poderá esclarecer se os repasses apontados na denúncia tiveram finalidade pública regular ou se foram usados de forma indireta para beneficiar interesses políticos, eleitorais ou privados ligados ao entorno bolsonarista.