Cerca de mil índios usam celular, internet e roupas produzidas na cultura capitalista, mas ainda lutam para manter o Guarani.
Band Notícias
Aldeia se rendeu à modernidade na zona sul de SPCaetano Cury/Rádio Bandeirantes
Na véspera do Dia do Índio, a reportagem da Rádio Bandeirantes foi conhecer a vida de uma aldeia de São Paulo, em Parelheiros, no extremo sul da cidade. A principal conclusão é de que a chegada da modernidade à vida dos Tenondé Porã foi inevitável.
Cerca de mil índios usam celular, internet e roupas produzidas na cultura capitalista, mas ainda lutam para manter o Guarani, língua materna ensinada na escola junto com o português.
As cerimônias religiosas e a reverência à natureza também são preservadas, mas o cacique Elias dos Santos teme ver a sua cultura sufocada pelas novas tecnologias.
Hoje, a pesca, a caça e o plantio de alimentos foram substituídos pelos produtos vendidos no mercado próximo à aldeia.
Apesar disso, o artesanato continua sendo a principal fonte de renda dos Tenondé Porã, com a produção de arcos e flechas, chocalhos, leques, colares e machadinhas.
Cerca de mil índios usam celular, internet e roupas produzidas na cultura capitalista, mas ainda lutam para manter o Guarani, língua materna ensinada na escola junto com o português.
As cerimônias religiosas e a reverência à natureza também são preservadas, mas o cacique Elias dos Santos teme ver a sua cultura sufocada pelas novas tecnologias.
Hoje, a pesca, a caça e o plantio de alimentos foram substituídos pelos produtos vendidos no mercado próximo à aldeia.
Apesar disso, o artesanato continua sendo a principal fonte de renda dos Tenondé Porã, com a produção de arcos e flechas, chocalhos, leques, colares e machadinhas.
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