sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA RECLAMA DE DIÁLOGO COM ROSEANA

Arnaldo Melo reclama de falta de diálogo com Roseana Sarney
 |    Postado por:     |    Via Blog. Marrapá
dot Arnaldo Melo reclama de falta de diálogo com Roseana Sarney

Arnaldomelolouremar.com .br  Arnaldo Melo reclama de falta de diálogo com Roseana SarneyPróximo na linha sucessória para o governo do Maranhão, o deputado estadual Arnaldo Melo (PMDB) reclama das negociações sobre a possível eleição indireta na Assembleia Legislativa, que ocorrerá caso a governadora Roseana Sarney (PMDB) deixe o cargo para concorrer a vaga no Congresso Nacional (Senado ou Câmara Federal).
Presidente do legislativo estadual, Arnaldo se queixou recentemente aos colegas pelo fato de ter sido excluído da mesa de negociações que envolvem a disputa. “Sequer me chamaram para conversar”, confidenciou o deputado, que corre por fora e já garantiu votos suficientes para ser o próximo governador do estado.
Em explícita campanha pelo mandato-tampão, Melo aumentou, na semana passada, a verba indenizatória e a ajuda de gabinete dos deputados. Anteontem (26), foi a vez do auxílio-moradia, que ficou fixado em até R$ 2.850,00.
No Palácio dos Leões, Roseana Sarney faz pressão. Certa do fiasco eleitoral de Luís Fernando Silva (PMDB) e no limite do prazo de desincompatibilização, a governadora tenta emparedar Melo para que ele abra mão da disputa e garanta Luís Fernando na eleição da Assembleia.
A aposta do clã é que com a caneta na mão, o ex-prefeito de São José Ribamar terá mais condições de concorrer contra Flávio Dino (PCdoB), usando dos mesmos ilícitos que resultaram na reeleição de Roseana em 2010 (compra de votos, farra de convênios, chantagem).
Só falta combinar com o Arnaldo…
Mas a tarefa é árdua, uma vez que o presidente da Assembleia Legislativa – ciente de que o grupo Sarney não tem mais nada a lhe oferecer – sabe que, sentado na cadeira de governador, será eleito pelos deputados e terá condições de buscar a própria reeleição.
Arnaldo acredita que, na pior das hipóteses, fica no controle do orçamento estadual e com a chave do cofre até o final do ano.

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